Tenho programado as postagens pra se publicarem automaticamente. Isso porque quando resolvi voltar a escrever no blog, achei umas postagens salvas como rascunho. Algumas né, deletei imediatamente porque já não tinham mais nada a ver. Outras achei que valiam a pena serem publicadas. Fora isso tenho escrito quando tenho vontade, então as vezes sobram postagens e faltam dias...
Não sei porque resolvi voltar a escrever. Para desabafar, ou simplesmente pela necessidade de um diálogo. Não que postar em um blog seja um diálogo, mas dá sim uma certa sensação de conversa. Ainda mais pra mim que falo e converso sozinha.
Tenho me sentido sozinha, e talvez tenha sido esse o motivo principal.
Sim, eu sei que não estou sozinha, que tenho amigos maravilhosos do meu lado, mas mesmo assim. Acho que são fazes.
Então nesse clima:
Sozinho
(composição Peninha)
Às vezes, no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado, juntando
O antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho!
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho meus desejos e planos secretos
Só abro pra você mais ninguém
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela, de repente, me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?
Aqui é onde eu falo o que penso independente de qualquer lógica, ou seja, bem vindo ao meu mundo....
quarta-feira, março 31, 2010
segunda-feira, março 29, 2010
Educação II
...
Mas como eu disse antes não só a vivência motora seria uma das matérias centrais da minha escola, mas também as Artes. E aqui quero usar o termo como o mais abrangente possível.
Nas aulas de Educação Artística ou Artes, haveria espaço para música, artes plásticas, artes interpretativas....
Minhas aulas de música incluíram desde música clássica até, porque não, pagode a funk. Haveriam aulas de canto, de aprendizagem de instrumentos (cada aluno escolheria pelo menos dois instrumentos para aprender por ano, ou por semestre). As crianças experimentariam os sons, com uso de diferentes objetos e a descoberta dos sons que esses diferentes objetos podem fazer. Seria bem divertido... Também aprenderaim sobre a teoria da música, cifras e partituras estariam no currículo.
As crianças também teriam aulas de desenho, de pintura, de design, de estilismo porque não?! Usariam diferentes tipos de materiais, sucata, papel, telas, tecido... desenhariam paisagens, desenhos abstratos, mangás, e porque não seus personagens preferidos?
Também teriam aulas de interpretação na minha escola. As crianças e jovens aprenderiam a viver diferentes papéis, femininos masculinos, cômicos e trágicos. Porque acredito que uma forma de desenvolvermos no empatia (a capacidade de nos colocarmos no lugar de outra pessoa) é também experimentando esses diferentes papéis.
Nessa escola também haveriam aulas de português, mas como eu disse antes o foco não seria o vestibular. Nem pensar. Aqui meus alunos aprenderiam gramatica, e ortografia, mas essa seria a matéria secundária. O foco seria ensiná-los a se expressarem. Eles aprenderiam a escrever contos, crônicas, matérias para jornais, poesias, livros, dedicatórias, cartas e também letras de músicas, já pensou que legal.
A aula de história passaria sim sobre os grandes conflitos e guerras do mundo. Mas nos focaríamos na história da música, da dança, das artes. Veríamos sempre os diversos lados da história, e aprenderíamos que a história é geralmente escrita por aqueles que vencem, e é sempre escrita por alguém com um ponto de vista.
Geografia serviria para aproximar as distâncias. Faríamos pequenas viagens para cada continente e aí sim aprenderíamos sobre o tipo de clima, o fuso, a topografia...
Em matemática e física os alunos aprenderiam sobre a matéria, sobre cálculos e aprenderiam também um pouco de biofísica e biomecânica. A matemática mostraria como tem coisas em comum com a música e com o nosso dia a dia.
Na minha escola haveriam aulas de ciências sociais, que ensinariam sobre os povos, mas cima de tudo sobre como a política funciona. Para os mais novinhos, ensinaria o valor do dinheiro, como guardar ou gastar a mesada. Para os mais velhos, quanto pagamos de impostos, para onde vai esse dinheiro e em que é gasto. Como orgainzar o orçamento familiar.
Filosofia seria para que os pequenos conhecessem os grandes filósofos e aprendessem a pensar nas coisas de uma forma diferente, não tão rígida.
Ahh a minha escola seria um sonho. Possívelmente seria particular, mas certamente haveriam bolsas para os alunos carentes.
Não tenho a pretenção de formar filósofos, músicos ou esportistas olímpicos. Muito pelo contrário. Tenho a prentenção de formar indivíduos mais abertos, mais livres, mais sonhadores. Capazes de enchergar os outros e capazes de traçar saídas criativas para os mesmos problemas.
Haveriam apresentações na minha escola. ´De música, dança, teatro. Haveria pelo menos uma feira de ciências por ano. Comemoraríamos as festas juninas e o dia das crianças todos os anos. Poderíamos até montar um pequeno circo quem sabe...
Esse é um sonho que tenho. Não sei se sonho sozinha ou não. Não sei se um dia conseguiria montar essa escola, ou mesmo se essa escola seria aceita pela tão temida sociedade. Não sei se essa escola assim é melhor ou pior que as escolas que já temos. Mas eu gostaria muito de ter estudado em uma escola assim.
Mas como eu disse antes não só a vivência motora seria uma das matérias centrais da minha escola, mas também as Artes. E aqui quero usar o termo como o mais abrangente possível.
Nas aulas de Educação Artística ou Artes, haveria espaço para música, artes plásticas, artes interpretativas....
Minhas aulas de música incluíram desde música clássica até, porque não, pagode a funk. Haveriam aulas de canto, de aprendizagem de instrumentos (cada aluno escolheria pelo menos dois instrumentos para aprender por ano, ou por semestre). As crianças experimentariam os sons, com uso de diferentes objetos e a descoberta dos sons que esses diferentes objetos podem fazer. Seria bem divertido... Também aprenderaim sobre a teoria da música, cifras e partituras estariam no currículo.
As crianças também teriam aulas de desenho, de pintura, de design, de estilismo porque não?! Usariam diferentes tipos de materiais, sucata, papel, telas, tecido... desenhariam paisagens, desenhos abstratos, mangás, e porque não seus personagens preferidos?
Também teriam aulas de interpretação na minha escola. As crianças e jovens aprenderiam a viver diferentes papéis, femininos masculinos, cômicos e trágicos. Porque acredito que uma forma de desenvolvermos no empatia (a capacidade de nos colocarmos no lugar de outra pessoa) é também experimentando esses diferentes papéis.
Nessa escola também haveriam aulas de português, mas como eu disse antes o foco não seria o vestibular. Nem pensar. Aqui meus alunos aprenderiam gramatica, e ortografia, mas essa seria a matéria secundária. O foco seria ensiná-los a se expressarem. Eles aprenderiam a escrever contos, crônicas, matérias para jornais, poesias, livros, dedicatórias, cartas e também letras de músicas, já pensou que legal.
A aula de história passaria sim sobre os grandes conflitos e guerras do mundo. Mas nos focaríamos na história da música, da dança, das artes. Veríamos sempre os diversos lados da história, e aprenderíamos que a história é geralmente escrita por aqueles que vencem, e é sempre escrita por alguém com um ponto de vista.
Geografia serviria para aproximar as distâncias. Faríamos pequenas viagens para cada continente e aí sim aprenderíamos sobre o tipo de clima, o fuso, a topografia...
Em matemática e física os alunos aprenderiam sobre a matéria, sobre cálculos e aprenderiam também um pouco de biofísica e biomecânica. A matemática mostraria como tem coisas em comum com a música e com o nosso dia a dia.
Na minha escola haveriam aulas de ciências sociais, que ensinariam sobre os povos, mas cima de tudo sobre como a política funciona. Para os mais novinhos, ensinaria o valor do dinheiro, como guardar ou gastar a mesada. Para os mais velhos, quanto pagamos de impostos, para onde vai esse dinheiro e em que é gasto. Como orgainzar o orçamento familiar.
Filosofia seria para que os pequenos conhecessem os grandes filósofos e aprendessem a pensar nas coisas de uma forma diferente, não tão rígida.
Ahh a minha escola seria um sonho. Possívelmente seria particular, mas certamente haveriam bolsas para os alunos carentes.
Não tenho a pretenção de formar filósofos, músicos ou esportistas olímpicos. Muito pelo contrário. Tenho a prentenção de formar indivíduos mais abertos, mais livres, mais sonhadores. Capazes de enchergar os outros e capazes de traçar saídas criativas para os mesmos problemas.
Haveriam apresentações na minha escola. ´De música, dança, teatro. Haveria pelo menos uma feira de ciências por ano. Comemoraríamos as festas juninas e o dia das crianças todos os anos. Poderíamos até montar um pequeno circo quem sabe...
Esse é um sonho que tenho. Não sei se sonho sozinha ou não. Não sei se um dia conseguiria montar essa escola, ou mesmo se essa escola seria aceita pela tão temida sociedade. Não sei se essa escola assim é melhor ou pior que as escolas que já temos. Mas eu gostaria muito de ter estudado em uma escola assim.
Educação I
Tenho pensado muito sobre a educação e nossos sitemas educacionais.
Na verdade eu sonho com uma escola diferente. Se um dia eu tivesse muuuuito dinheiro, sei lá, se eu ficasse famosa ou ganhasse na loteria, eu montaria uma escola completamente diferente. Talvez eu não tivesse alunos, talvez faltassem vagas, não sei. Mas minha escola seria diferente.
Ao contrário da maioria das escolas que centram seus planos educacionais e curriculos em matérias como matemática, história e geografia, e focam seus objetivos de estudo no vestibular, a minha escola seria diferente.
O foco dela seriam as artes e o movimento humano. provavelmente eu precisaria de um turno e meio para poder oferecer tudo que eu gostaria, mas a tendência das escolas hoje em dia já está sendo ensino em turno integral...
ao invés de dois períodos seguidos de matemática, os alunos teriam dois períodos de música clássica. Ou dança contemporânia.
A Educação Física seria uma matério como deve ser. Teria uma parte teórica, onde seria ensinado aos alunos (conforme idade e capacidade cognitiva) como seus organismos funcionam, porque é tão importante fazer exercícios regulares, que tipo de alimentação é bom ou ruim, bioquímica e mesmo fisiologia. Também ensinaria a teoria por trás dos esportes, com discuções sobre por exemplo a "máfia" que existe no futebol, e ética no esporte (que nos falta muito hoje em dia), discutindo o porque de "malas brancas" do futebol (e também de outros esportes).
Discutiriamos ainda na educação física diferenças entrer as pessoas e seus corpos. Porque alguém é masis alto, ou mais baixo, mais gordinho ou magrinho. E como isso no final das contas não importa.
Nas aulas mais práticas, ensinaria não só futebol, basquete, volei e handebol. Ensinaria atletismo (com todas as suas modalidades), ensinaria porque não, arco e flecha, quem sabe hipismo, hugbi, tênis, ginástica olímpica ou mesmo badminton. Até quem sabe haveriam aulas de ginástica localizada, yoga.... Mas ao mesmo tempo que se aprenderia o desporto, também se aprenderiam as suas origens, seu funcionamento.
Haveriam campeonatos na minha escola. Mas para as séries iniciais os campeonatos seriam de iniciação desportiva. Nesse pequenos campeonatos (ou campeonatos de pequenos) não haveriam perdedores e vencedores. Todos jogariam em todas as posições e em todos os times. Socialização e diversão seriam as palavras chaves. E o pai que ficasse enchendo muito o saco na torcida receberia cartão vermelho.
Ainda dentro da aula de Educação Física haveriam aulas de dança. Todos os tipos de dança, balé clássico, dança contemporânea, jazz, até hip hop porque não? E meninos e meninas teriam de participar, sem preconceitos. Nas danças também haveriam aulas teóricas, sobre origens e estruturas das danças.
Mas nem só de desportos, fisiologia e dança seriam as minhas aulas. Os alunos teriam muito, mas muito de recreação também. Jogos cooperativos, competitivos. Jogos tradicionais, aprender a fabricar um jogo, seja ele já existente (que tal montarmos um tabuleiro de xadrez gigante? ou costurarmos umas 5 marias?) ou inventado na hora. Jogos de roda, pular corda, elástico, bambolê, pega-pega, caçador... Bah.. tantas coisas que eu colocaria como conteúdos obrigatórios....
Isso porque a meu ver, se eu não aprender uma brincadeira/jogo/atividade recreativa que eu possa brincar no recreio, ou no parquinho, ou em casa mesmo, eu nunca vou brincar com elas. E quem sabe vou preferir ficar em casa jogando video-game a ir passear com meus amiguinhos.
Mais do que isso, as vivências corporais são muitíssimo importantes. se uma criança não aprende na infância as habilidades motoras fundamentais (termo técnico para habilidades como saltar, pular, arremeçar, correr, chutar, etc), é muito, mas muito mais difícil aprender depois de grande...
Na verdade eu sonho com uma escola diferente. Se um dia eu tivesse muuuuito dinheiro, sei lá, se eu ficasse famosa ou ganhasse na loteria, eu montaria uma escola completamente diferente. Talvez eu não tivesse alunos, talvez faltassem vagas, não sei. Mas minha escola seria diferente.
Ao contrário da maioria das escolas que centram seus planos educacionais e curriculos em matérias como matemática, história e geografia, e focam seus objetivos de estudo no vestibular, a minha escola seria diferente.
O foco dela seriam as artes e o movimento humano. provavelmente eu precisaria de um turno e meio para poder oferecer tudo que eu gostaria, mas a tendência das escolas hoje em dia já está sendo ensino em turno integral...
ao invés de dois períodos seguidos de matemática, os alunos teriam dois períodos de música clássica. Ou dança contemporânia.
A Educação Física seria uma matério como deve ser. Teria uma parte teórica, onde seria ensinado aos alunos (conforme idade e capacidade cognitiva) como seus organismos funcionam, porque é tão importante fazer exercícios regulares, que tipo de alimentação é bom ou ruim, bioquímica e mesmo fisiologia. Também ensinaria a teoria por trás dos esportes, com discuções sobre por exemplo a "máfia" que existe no futebol, e ética no esporte (que nos falta muito hoje em dia), discutindo o porque de "malas brancas" do futebol (e também de outros esportes).
Discutiriamos ainda na educação física diferenças entrer as pessoas e seus corpos. Porque alguém é masis alto, ou mais baixo, mais gordinho ou magrinho. E como isso no final das contas não importa.
Nas aulas mais práticas, ensinaria não só futebol, basquete, volei e handebol. Ensinaria atletismo (com todas as suas modalidades), ensinaria porque não, arco e flecha, quem sabe hipismo, hugbi, tênis, ginástica olímpica ou mesmo badminton. Até quem sabe haveriam aulas de ginástica localizada, yoga.... Mas ao mesmo tempo que se aprenderia o desporto, também se aprenderiam as suas origens, seu funcionamento.
Haveriam campeonatos na minha escola. Mas para as séries iniciais os campeonatos seriam de iniciação desportiva. Nesse pequenos campeonatos (ou campeonatos de pequenos) não haveriam perdedores e vencedores. Todos jogariam em todas as posições e em todos os times. Socialização e diversão seriam as palavras chaves. E o pai que ficasse enchendo muito o saco na torcida receberia cartão vermelho.
Ainda dentro da aula de Educação Física haveriam aulas de dança. Todos os tipos de dança, balé clássico, dança contemporânea, jazz, até hip hop porque não? E meninos e meninas teriam de participar, sem preconceitos. Nas danças também haveriam aulas teóricas, sobre origens e estruturas das danças.
Mas nem só de desportos, fisiologia e dança seriam as minhas aulas. Os alunos teriam muito, mas muito de recreação também. Jogos cooperativos, competitivos. Jogos tradicionais, aprender a fabricar um jogo, seja ele já existente (que tal montarmos um tabuleiro de xadrez gigante? ou costurarmos umas 5 marias?) ou inventado na hora. Jogos de roda, pular corda, elástico, bambolê, pega-pega, caçador... Bah.. tantas coisas que eu colocaria como conteúdos obrigatórios....
Isso porque a meu ver, se eu não aprender uma brincadeira/jogo/atividade recreativa que eu possa brincar no recreio, ou no parquinho, ou em casa mesmo, eu nunca vou brincar com elas. E quem sabe vou preferir ficar em casa jogando video-game a ir passear com meus amiguinhos.
Mais do que isso, as vivências corporais são muitíssimo importantes. se uma criança não aprende na infância as habilidades motoras fundamentais (termo técnico para habilidades como saltar, pular, arremeçar, correr, chutar, etc), é muito, mas muito mais difícil aprender depois de grande...
domingo, março 28, 2010
Ciclos
Não sei porque agora parei para pensar em ciclos...
Acho que nossa vida é sempre repleta de ciclos. Por exemplo, há momentos em que estamos mais focados em nossa vida profissional, ou em nossa vida pessoal e outros que estamos mais focados em nossa vida espiritual ou mais na parte física. Não que estes ciclos não possam se cruzar.
Na verdade nunca pensamos apenas em um destes aspectos, apenas priorizamos um deles em determinado momento.
Enfim, nada de mais, só andei pensando nisso.
Talvez seja hora deoutro ciclo se iniciar.....
Acho que nossa vida é sempre repleta de ciclos. Por exemplo, há momentos em que estamos mais focados em nossa vida profissional, ou em nossa vida pessoal e outros que estamos mais focados em nossa vida espiritual ou mais na parte física. Não que estes ciclos não possam se cruzar.
Na verdade nunca pensamos apenas em um destes aspectos, apenas priorizamos um deles em determinado momento.
Enfim, nada de mais, só andei pensando nisso.
Talvez seja hora deoutro ciclo se iniciar.....
sexta-feira, março 26, 2010
Tempo
Tempo é uma coisa absolutamente relativa.
Sim isso todo mundo sabe.
Cada pessoa sente e percebe o tempo de uma forma própria. Mais do que isso, percebemos o tempo de formas diferentes em situações diferentes.
Ultimamente parece que o tempo estagnou... Os minutos e as horas demoram a passar. E as coisas parecem demorar a acontecer. Queria poder voltar atrás no tempo, reviver algumas coisas, ou mesmo permanecer lá por algum tempo...
Dizem que viagens no tempo podem acontecer.. Outros dizem que quando lembramos estamos de certa forma voltando no tempo.
As vezes eu queria eternizar alguns momentos. As vezes queria que épocas inteiras passassem bem rapidinho.
Queria ser o Hiro dos Heroes, Mestre do Tempo Espaço.... Seria bom, as coisas seriam bem fáceis.. Já pensou que maravilha ir pra aula?
Sim isso todo mundo sabe.
Cada pessoa sente e percebe o tempo de uma forma própria. Mais do que isso, percebemos o tempo de formas diferentes em situações diferentes.
Ultimamente parece que o tempo estagnou... Os minutos e as horas demoram a passar. E as coisas parecem demorar a acontecer. Queria poder voltar atrás no tempo, reviver algumas coisas, ou mesmo permanecer lá por algum tempo...
Dizem que viagens no tempo podem acontecer.. Outros dizem que quando lembramos estamos de certa forma voltando no tempo.
As vezes eu queria eternizar alguns momentos. As vezes queria que épocas inteiras passassem bem rapidinho.
Queria ser o Hiro dos Heroes, Mestre do Tempo Espaço.... Seria bom, as coisas seriam bem fáceis.. Já pensou que maravilha ir pra aula?
quarta-feira, março 24, 2010
sexta-feira, julho 10, 2009
Resposta
Bom, este poema a baixo é uma resposta direta ao poema/poesia Alquimica , então sugiro que quem deseja ler o texto a baixo leia primeiro o texto que deu origem a ele.
Como introdução também é válido dizer que a primeira vez que recebi o poema/poesia Alquimica (escrevo assim porque não me lembro qual a diferença entre poema e poesia), ele era um pouco diferente (tenho ele comigo tá morram de inveja). Mas é engraçado como da segunda vez que o recebi, neste última versão que vocês podem ler, de imediato senti que ele tinha que ter uma resposta. Não me perguntem porque, mas na mesma hora eu já comecei a pensar em possibilidades.
Bom foi assim que surgiu o poema/poesia abaixo, ele saiu quase naturalmente e foi bem rápido (que me faz pensar que possivelmente ele sofrerá alterações ao longo do tempo), realmente rápido creio que em meia hora estava pronto, e sofreu poucas mudanças durante o processo de criação (o que é muito raro em se tratando de mim).
Enfim espero que gostem, mas sinceramente, só me importo que uma pessoa goste. E este poema traduz muito do que passamos, tanto o Alquimia quanto o Transmutação.
Não concorda gatinho?
Transmutação
Fui vidro,
Embaçado, não permitindo a luz passar através de mim,
Fortaleci minha moldura, sólida e austera,
Deixei que as imagens de fora não atingissem a mim,
Me afastei do mundo, evitei a dor, evitei a guerra,
Cada vez mais opaca, mais vazia e sozinha enfim.
Neguei sentimentos, fugi de aproximações, deixei meu coração em espera.
Você veio,
E enxergou um brilho, que nem mesmo eu podia achar,
Viu minha luz, perdida em meio à poeira a se acumular.
Me mostrou que não só a luz passa por mim, mas que eu também posso brilhar,
Me poliu, se aproximou, sem medo de me tocar.
Viu minhas rachaduras, e me ajudou a curar,
Mostrou no meu reflexo teu brilho sólido,
E me provou que ao deixar a luz passar eu podia te fazer brilhar.
Com toque suave, o caminho foi natural
Mudei completamente meu futuro
Com teu carinho e dedicação total
Nosso amor é o mais puro
Cristal
Como introdução também é válido dizer que a primeira vez que recebi o poema/poesia Alquimica (escrevo assim porque não me lembro qual a diferença entre poema e poesia), ele era um pouco diferente (tenho ele comigo tá morram de inveja). Mas é engraçado como da segunda vez que o recebi, neste última versão que vocês podem ler, de imediato senti que ele tinha que ter uma resposta. Não me perguntem porque, mas na mesma hora eu já comecei a pensar em possibilidades.
Bom foi assim que surgiu o poema/poesia abaixo, ele saiu quase naturalmente e foi bem rápido (que me faz pensar que possivelmente ele sofrerá alterações ao longo do tempo), realmente rápido creio que em meia hora estava pronto, e sofreu poucas mudanças durante o processo de criação (o que é muito raro em se tratando de mim).
Enfim espero que gostem, mas sinceramente, só me importo que uma pessoa goste. E este poema traduz muito do que passamos, tanto o Alquimia quanto o Transmutação.
Não concorda gatinho?
Transmutação
Fui vidro,
Embaçado, não permitindo a luz passar através de mim,
Fortaleci minha moldura, sólida e austera,
Deixei que as imagens de fora não atingissem a mim,
Me afastei do mundo, evitei a dor, evitei a guerra,
Cada vez mais opaca, mais vazia e sozinha enfim.
Neguei sentimentos, fugi de aproximações, deixei meu coração em espera.
Você veio,
E enxergou um brilho, que nem mesmo eu podia achar,
Viu minha luz, perdida em meio à poeira a se acumular.
Me mostrou que não só a luz passa por mim, mas que eu também posso brilhar,
Me poliu, se aproximou, sem medo de me tocar.
Viu minhas rachaduras, e me ajudou a curar,
Mostrou no meu reflexo teu brilho sólido,
E me provou que ao deixar a luz passar eu podia te fazer brilhar.
Com toque suave, o caminho foi natural
Mudei completamente meu futuro
Com teu carinho e dedicação total
Nosso amor é o mais puro
Cristal
segunda-feira, junho 29, 2009
Coincidências
Acho muito interessante como algumas vezes certas coincidências acontecem quando menos esperamos.
Talvez não sejam coincidências de todo, talvez sejam realmente forças de atrações e repulsão que continuam à nos cercar.
Porque falo isso?
Porque ultimamente, muitas coincidências tem acontecido comigo. Andava meio down, de certa forma "em crise" principalmente em função da minha "área profissional". Aquela coisa clássica, recém formada, desempregada, desesperada. Hehhehehhe quase rima.
Andava precisando de um Up mesmo, sentia que precisava equilibrar de novo minha mente e meu corpo, por mais idota que isso possa soar. Enfim me sentia desequilibrada, meio "quebrada" mesmo.
Então, sem mais nem menos descubro que uma amiga que já conhecia a algum tempo é Wiccana, e me falou coisas muito interessantes sobre a energia, sobre a Lua e sobre si mesma.
Legal eu pensei. E comecei a re-ver algumas coisas deixadas para trás.
Mas a coisa não para por aí, encontrei na semana seguinte uma pessoa totalmente aleatória (amigo de outra amiga), que me falou sobre Reiki, uma coisa que eu pensava em fazer desde a minha adolescência, mas que acabei nunca fazendo porque os cursos eram muito caros. Enfim, falamos ainda mais sobre espírito, energia, equilíbrio e outras coisas mais genéricas.
Não sei, mas acho engraçado como as coisas tendem a acontecer, as pessoas com pensamentos parecidos tendem a se encontrar mesmo nas circunstâncias mias absurdas e inusitadas. Isso me lembra muito Sptephen King. Não os livros de terror em si (apesar de j´[a haver algumas referências neles também), mas à clássica jornado do Pistoleiro em busca da Torre Negra.
Stephen King fala em Ka, que ria quase como a nossa idéia de carma. Mas o mais interessante não é o Ka em si, mas outra estrutura que ele chama de Ka-tet que seria algo como um grupo que é, de certa forma, unido pelo Ka com um objetivo em comum. Ou seja, aquela tendência que temos de encontrar "do nada" pessoas que tem pensamentos muito parecidos com o nosso, e que principalmente tem ideais parecidos.
Segundo Stephen King a força de um Ka-tet é muito forte, unindo de forma imperceptível todas aquelas pessoas, e tornando-as uma só de certa forma.
Claro no livro isso é muito mais fantasioso e poderoso, até porque estamos falando de Stephen King e se não houvesse, perigos e suspense não seria ele. Mas a idéia me parece muito boa e totalmente plausível. Nunca aconteceu de você praticamente saber o que aquela pessoa que é super sua amiga está pensando? Ou mesmo ter aquela estranha sensação de que agora seria um bom momento para ligar para ela? Ou que ela está precisando de um apoio? Ou então aquele seu melhor amigo, que você conheceu simplesmente da forma mais boba e aleatória possível?
Não que isso importe tanto, mas eu gosto de pensar na força que um grupo cria. Além do mais sou bem fiel a idéia de que "tu és eternamente responsável por aquilo que cativas".
Talvez não sejam coincidências de todo, talvez sejam realmente forças de atrações e repulsão que continuam à nos cercar.
Porque falo isso?
Porque ultimamente, muitas coincidências tem acontecido comigo. Andava meio down, de certa forma "em crise" principalmente em função da minha "área profissional". Aquela coisa clássica, recém formada, desempregada, desesperada. Hehhehehhe quase rima.
Andava precisando de um Up mesmo, sentia que precisava equilibrar de novo minha mente e meu corpo, por mais idota que isso possa soar. Enfim me sentia desequilibrada, meio "quebrada" mesmo.
Então, sem mais nem menos descubro que uma amiga que já conhecia a algum tempo é Wiccana, e me falou coisas muito interessantes sobre a energia, sobre a Lua e sobre si mesma.
Legal eu pensei. E comecei a re-ver algumas coisas deixadas para trás.
Mas a coisa não para por aí, encontrei na semana seguinte uma pessoa totalmente aleatória (amigo de outra amiga), que me falou sobre Reiki, uma coisa que eu pensava em fazer desde a minha adolescência, mas que acabei nunca fazendo porque os cursos eram muito caros. Enfim, falamos ainda mais sobre espírito, energia, equilíbrio e outras coisas mais genéricas.
Não sei, mas acho engraçado como as coisas tendem a acontecer, as pessoas com pensamentos parecidos tendem a se encontrar mesmo nas circunstâncias mias absurdas e inusitadas. Isso me lembra muito Sptephen King. Não os livros de terror em si (apesar de j´[a haver algumas referências neles também), mas à clássica jornado do Pistoleiro em busca da Torre Negra.
Stephen King fala em Ka, que ria quase como a nossa idéia de carma. Mas o mais interessante não é o Ka em si, mas outra estrutura que ele chama de Ka-tet que seria algo como um grupo que é, de certa forma, unido pelo Ka com um objetivo em comum. Ou seja, aquela tendência que temos de encontrar "do nada" pessoas que tem pensamentos muito parecidos com o nosso, e que principalmente tem ideais parecidos.
Segundo Stephen King a força de um Ka-tet é muito forte, unindo de forma imperceptível todas aquelas pessoas, e tornando-as uma só de certa forma.
Claro no livro isso é muito mais fantasioso e poderoso, até porque estamos falando de Stephen King e se não houvesse, perigos e suspense não seria ele. Mas a idéia me parece muito boa e totalmente plausível. Nunca aconteceu de você praticamente saber o que aquela pessoa que é super sua amiga está pensando? Ou mesmo ter aquela estranha sensação de que agora seria um bom momento para ligar para ela? Ou que ela está precisando de um apoio? Ou então aquele seu melhor amigo, que você conheceu simplesmente da forma mais boba e aleatória possível?
Não que isso importe tanto, mas eu gosto de pensar na força que um grupo cria. Além do mais sou bem fiel a idéia de que "tu és eternamente responsável por aquilo que cativas".
sábado, junho 27, 2009
Mudanças II
Ok, vamos começar as mudanças de forma bem facil...
Mudei o Blog!!
(de novo diga-se de passagem)
HUmm que tal? Deixe sua opinião!
Mudei o Blog!!
(de novo diga-se de passagem)
HUmm que tal? Deixe sua opinião!
sexta-feira, junho 26, 2009
Mudanças
Nossa isso aqui anda jogado às traças..
Para variar né?
Eu tenho deixado as coisas na minha vida ultimamente meio jogadas às traças....
É difícil estar em crises... Mas mais difícil ainda é sair delas. Crise é uma coisa meio parecida com areia movediça, você pensa: "tenho que sair daqui", e dá o primeiro passo. Mas aí parece que a coisa toda piora ainda mais, que você afunda ainda mais.. Aí cometemos o erro clássico de resolver então ficar ali, paradinho.. Quem sabe se eu não me mexer as coisas melhoram.
Doce ilusão.
Se você fica parado piora ainda mais a situação, continua afundando... afundando... afundando...
Aí fica complicado né?
Mas ao mesmo tempo, tentar fazer alguma coisa para sair da situação parece..não sei... Não é nem por ser difícil, afinal fazemos coisa dificílimas ao longo da vida. Eu acho que o ponto é o medo da mudança, e ao mesmo tempo o medo da decepção que vem com ela.
Nem toda a mudança é boa, isso é uma verdade, mas também nem toda é ruim. E quando tentamos (ou pensamos em) sair de uma situação crítica, nos passa pela cabeça aquele monte de coisas, aquele monte de "e se".
ô bicho triste... Pensamos e se eu tentar mudar e tudo piorar?
Bom paciência vai piorar. Afinal a vida é um ciclo, só conseguimos entender a felicidade porque passamos por momentos menos felizes ou mesmo infelizes.
Bom, eu pensei em tentar voltar (pela milésima vez) a ler livros de tarô e me abrir de novo para experiências menos científicas e mais espirituais. Acho que eu ando precisando equilibrar "meu corpo e minha mente" como se diz. Vai me fazer bem.
O ponto é que eu re-comecei a ler o livro de Tarô Mitológico (pela quarta ou quinta vez). Mesmo não tendo o baralho completo, nada me impede de ler o livro e saber o significados das cartas.
Foi bom, eu me lembrei porque eu gostava tanto daquele baralho. Ele faz sempre uma correlação entre o significado mais direto da carta (que ele chama divinatório) como também um significado mais de psique humana mesmo. Bem legal, qualquer dia eu posto uma parte aqui. Enfim, como sempre eu comecei pelo Louco (gosto mais da versão Wicca da LoucA), gosto da interpretação que eles dão, usando o Dionísio (aquele-que-nasceu-duas-vezes)como figura principal.
O louco é o início da jornada, ele sai de uma caverna escura e brinca no precipício (na imagem pintada da carta é claro), ou seja ele sai em direção à mudança. Ele vai obstinado para ela, sem medo, livre. Com seus chifres e a pele de animal ele re-lembra nossos instintos de mudança, o ímpeto mesmo que querer mudar, de querer iniciar algo diferente. Mas como eu falei antes, nem toda a mudança é de todo boa.
Mas acho que é isso que eu estou precisando mesmo, remexer um pouco as coisas, reabrir talvez algum baú antigo, tentar novas possibilidades, sair da zona de conforto.
Então vamos lá... será que eu caio do penhasco no caminho?
Para variar né?
Eu tenho deixado as coisas na minha vida ultimamente meio jogadas às traças....
É difícil estar em crises... Mas mais difícil ainda é sair delas. Crise é uma coisa meio parecida com areia movediça, você pensa: "tenho que sair daqui", e dá o primeiro passo. Mas aí parece que a coisa toda piora ainda mais, que você afunda ainda mais.. Aí cometemos o erro clássico de resolver então ficar ali, paradinho.. Quem sabe se eu não me mexer as coisas melhoram.
Doce ilusão.
Se você fica parado piora ainda mais a situação, continua afundando... afundando... afundando...
Aí fica complicado né?
Mas ao mesmo tempo, tentar fazer alguma coisa para sair da situação parece..não sei... Não é nem por ser difícil, afinal fazemos coisa dificílimas ao longo da vida. Eu acho que o ponto é o medo da mudança, e ao mesmo tempo o medo da decepção que vem com ela.
Nem toda a mudança é boa, isso é uma verdade, mas também nem toda é ruim. E quando tentamos (ou pensamos em) sair de uma situação crítica, nos passa pela cabeça aquele monte de coisas, aquele monte de "e se".
ô bicho triste... Pensamos e se eu tentar mudar e tudo piorar?
Bom paciência vai piorar. Afinal a vida é um ciclo, só conseguimos entender a felicidade porque passamos por momentos menos felizes ou mesmo infelizes.
Bom, eu pensei em tentar voltar (pela milésima vez) a ler livros de tarô e me abrir de novo para experiências menos científicas e mais espirituais. Acho que eu ando precisando equilibrar "meu corpo e minha mente" como se diz. Vai me fazer bem.
O ponto é que eu re-comecei a ler o livro de Tarô Mitológico (pela quarta ou quinta vez). Mesmo não tendo o baralho completo, nada me impede de ler o livro e saber o significados das cartas.
Foi bom, eu me lembrei porque eu gostava tanto daquele baralho. Ele faz sempre uma correlação entre o significado mais direto da carta (que ele chama divinatório) como também um significado mais de psique humana mesmo. Bem legal, qualquer dia eu posto uma parte aqui. Enfim, como sempre eu comecei pelo Louco (gosto mais da versão Wicca da LoucA), gosto da interpretação que eles dão, usando o Dionísio (aquele-que-nasceu-duas-vezes)como figura principal.
O louco é o início da jornada, ele sai de uma caverna escura e brinca no precipício (na imagem pintada da carta é claro), ou seja ele sai em direção à mudança. Ele vai obstinado para ela, sem medo, livre. Com seus chifres e a pele de animal ele re-lembra nossos instintos de mudança, o ímpeto mesmo que querer mudar, de querer iniciar algo diferente. Mas como eu falei antes, nem toda a mudança é de todo boa.
Mas acho que é isso que eu estou precisando mesmo, remexer um pouco as coisas, reabrir talvez algum baú antigo, tentar novas possibilidades, sair da zona de conforto.
Então vamos lá... será que eu caio do penhasco no caminho?
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