Documentário sobre sonhos, palavras e sensações... Recomendo
Aqui é onde eu falo o que penso independente de qualquer lógica, ou seja, bem vindo ao meu mundo....
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domingo, julho 03, 2011
terça-feira, março 15, 2011
Falar de amor
Acho incrível como, de uma forma geral, as pessoas acreditam que só podem falar de um assunto que realmente entendam, ou sobre coisas que estejam passando.
Isso inclui falar de amor.
Espera-se que pessoas que estejam amando falem coisas românticas e bonitas sobre o amor, bem como, pessoas que tenham seus corações partidos falem do lado mais triste deste sentimento tão complexo e confuso.
Eu discordo.
Não é preciso estar apaixonada pra se falar sobre os tropeços e emoções da paixão. Até porque podemos nos paixonar por qualquer coisa, evento imagem ou pessoa, sem necessariamente haver algum envolvimento romântico-amoroso.
Assim como o tão falado amor. É sim possível falar de amor em todas as suas facetas, pois não amamos só a namorad@s, ou cônjujes. Amamos a vida, amigos, família, enfim, amamos à muitas coisas. Ao menos eu espero que as pessoas sejam assim.
O amor, pode ser também algo imaginado, idealizado. Eu posso (e devo!) amar a mim mesma antes de amar qualquer outra coisa. E o simples fato de sentir esse amor, já me permite falar sobre esse assunto tão polêmico e (porque não) discutível.
Muitas vezes deixamos de falar coisas - e não estou falando mais só sobre amor - pelo medo de sermos mal-interpretados. Vendo um filme chamado Simplesmente Feliz, me dei conta (ou reforcei um pensamento já existente) de que por mais sinceras que sejam as pessoas, alguém ainda vai interpretar errado algo que você disser, ou fizer. Isso não tem que ser visto como uma desculpa para "fazer o que der na telha" sem pensar nas consequências. Não. Mas pode ser visto como uma certa forma de "libertação". Fale o que pensa, e tente ser bem claro. Se alguém não entender, explique de novo. Simples assim.
acho que eu comecei falando de uma coisa e terminei falando de outra.... Mas fazer o que? Meus pensamentos são assim, transitam entre mundos distintos com muita facilidade e nem sempre muita lógica....
Isso inclui falar de amor.
Espera-se que pessoas que estejam amando falem coisas românticas e bonitas sobre o amor, bem como, pessoas que tenham seus corações partidos falem do lado mais triste deste sentimento tão complexo e confuso.
Eu discordo.
Não é preciso estar apaixonada pra se falar sobre os tropeços e emoções da paixão. Até porque podemos nos paixonar por qualquer coisa, evento imagem ou pessoa, sem necessariamente haver algum envolvimento romântico-amoroso.
Assim como o tão falado amor. É sim possível falar de amor em todas as suas facetas, pois não amamos só a namorad@s, ou cônjujes. Amamos a vida, amigos, família, enfim, amamos à muitas coisas. Ao menos eu espero que as pessoas sejam assim.
O amor, pode ser também algo imaginado, idealizado. Eu posso (e devo!) amar a mim mesma antes de amar qualquer outra coisa. E o simples fato de sentir esse amor, já me permite falar sobre esse assunto tão polêmico e (porque não) discutível.
Muitas vezes deixamos de falar coisas - e não estou falando mais só sobre amor - pelo medo de sermos mal-interpretados. Vendo um filme chamado Simplesmente Feliz, me dei conta (ou reforcei um pensamento já existente) de que por mais sinceras que sejam as pessoas, alguém ainda vai interpretar errado algo que você disser, ou fizer. Isso não tem que ser visto como uma desculpa para "fazer o que der na telha" sem pensar nas consequências. Não. Mas pode ser visto como uma certa forma de "libertação". Fale o que pensa, e tente ser bem claro. Se alguém não entender, explique de novo. Simples assim.
acho que eu comecei falando de uma coisa e terminei falando de outra.... Mas fazer o que? Meus pensamentos são assim, transitam entre mundos distintos com muita facilidade e nem sempre muita lógica....
sábado, dezembro 11, 2010
"Eu sempre achei que o amor, que o Grande Amor, fosse incondicional. Que quando houvesse um grande encontro entre duas pessoas, tudo pudesse acontecer. Porque se aquele fosse o Grande Amor, ele sempre voltaria triunfal. Mas nem todo o amor é incondicional. Acreditar na eternidade do amor é precipitar o seu fim. porque você acha que esse amor aguenta tudo, então de um jeito ou de outro você acaba fazendo essse amor passar por tudo. O Grande Amor não é possível. E talvez por isso é que seja Grande, para que nele caiba o impossível."
http://afinaloquequeremasmulheres.globo.com/andrenewmann/
http://afinaloquequeremasmulheres.globo.com/andrenewmann/
sexta-feira, dezembro 10, 2010
O que qurem as mulheres
A Globo está exibindo algumas mini-séries novas. Eu particularmente costumo gostar muito das mini-series deles. Acho bem produzidas e geralmente com enrodos interessantes.
Uma destas mini-series que gostei, é a chamada "Afinal, O que querem as mulheres". Apesar de achar que as respostas acabam ficando mais voltadas para a parte romântica e de relacionamentos, tenho gostado de acompanhar.
Se trata de um sociólogo, que está trabalhando na sua tese de mestrado, e resolve fazer esta pergunta tão complexa. Ao tentar respondê-la ele se perde em um mundo cheio de mulheres, luxúria e dúvidas.
Gosto bastante da abertura (posto outro dia) e gostei de uma cena que eles fizeram. Em determinado momento o personagem principal repassa alguns momentos de sua vida. Ele está pensando sobre voltar no tempo e fazer as coisas diferentes... Enfim aí seguem as duas cenas. (é a cena que acontece ali depois de 10 minutos e 30, até o final.)
E a cena que se passa a partir de 1 minuto e 30 até mais ou menos os 4 minutos.
Uma destas mini-series que gostei, é a chamada "Afinal, O que querem as mulheres". Apesar de achar que as respostas acabam ficando mais voltadas para a parte romântica e de relacionamentos, tenho gostado de acompanhar.
Se trata de um sociólogo, que está trabalhando na sua tese de mestrado, e resolve fazer esta pergunta tão complexa. Ao tentar respondê-la ele se perde em um mundo cheio de mulheres, luxúria e dúvidas.
Gosto bastante da abertura (posto outro dia) e gostei de uma cena que eles fizeram. Em determinado momento o personagem principal repassa alguns momentos de sua vida. Ele está pensando sobre voltar no tempo e fazer as coisas diferentes... Enfim aí seguem as duas cenas. (é a cena que acontece ali depois de 10 minutos e 30, até o final.)
E a cena que se passa a partir de 1 minuto e 30 até mais ou menos os 4 minutos.
domingo, outubro 31, 2010
Into the wild
Ontem conversando com amigos finalmente encontrei pessoas que concordaram comigo sobre o filme Into the wild. O filme em si não é ruim, a trilha sonora é fantástica, a fotografia muito bonita. Acho que o roteirista (como alguém comentou ontem) colocou a história de uma forma muito mais poética do que realmente é, mas de uma forma geral, é um filme bom. (trailer abaixo)
O problema para mim é a história em si. Quando vi este filme pela primeira vez, sentia uma crescente raiva em relação ao personagem principal. Tanto que ao final do filme, adorei o final e o desfecho deste personagem em particular. Porque? Simples, porque ele é extremamente egoísta. Nunca vi um exemplar tão forte de egoísmo.
Acho válida a ideia dele de se auto-descobrir. E apesar de achar um tanto ingênua e boba a ideia dele de se "desconectar" da sociedade, acredito que ainda seja uma forma de testar seus limites. Até então, a ideia como disse é até coerente. Porém a forma como ele o faz, os motivos dele, e especialmente como ele lida com tantas outras pessoas que passaram por seu caminho, mostra o quão imaturo e egoísta é o personagem. Ele deixou para trás sua irmã, que ele mesmo diz que sempre o apoiou, deixa também seus companheiros de viagem, e aquele senhor que nos parte o coração quando se despedem.
Claro que esta é a minha opinião, mas sinceramente acredito que o auto-conhecimento pode ser adquirido de várias formas. E se o seu desejo é realmente sumir do mundo, ficar isolado de qualquer contato humano para se descobrir (apesar de achar um tanto idiota a ideia), tudo bem. Mas faça isso de uma forma consciente, treine, saiba caçar, pescar, colher, plantar. Saiba como guardar seus dejetos, como saber se a água é pura, prepare-se. Pesquisar no Google ou comprar um livro de plantas não transforma ninguém em conhecedor de algo.
Quantos anos de preparação passa uma pessoa que quer fazer uma maratona? Ou alguém que pretende escalar o monte Everest? Essas coisas não são feitas do dia para noite. Não seja arrogante para achar que pode fazer tudo sozinho e de uma hora para outra. Enfim, nota-se como eu realmente me indigno com esse filme...
O problema para mim é a história em si. Quando vi este filme pela primeira vez, sentia uma crescente raiva em relação ao personagem principal. Tanto que ao final do filme, adorei o final e o desfecho deste personagem em particular. Porque? Simples, porque ele é extremamente egoísta. Nunca vi um exemplar tão forte de egoísmo.
Acho válida a ideia dele de se auto-descobrir. E apesar de achar um tanto ingênua e boba a ideia dele de se "desconectar" da sociedade, acredito que ainda seja uma forma de testar seus limites. Até então, a ideia como disse é até coerente. Porém a forma como ele o faz, os motivos dele, e especialmente como ele lida com tantas outras pessoas que passaram por seu caminho, mostra o quão imaturo e egoísta é o personagem. Ele deixou para trás sua irmã, que ele mesmo diz que sempre o apoiou, deixa também seus companheiros de viagem, e aquele senhor que nos parte o coração quando se despedem.
Claro que esta é a minha opinião, mas sinceramente acredito que o auto-conhecimento pode ser adquirido de várias formas. E se o seu desejo é realmente sumir do mundo, ficar isolado de qualquer contato humano para se descobrir (apesar de achar um tanto idiota a ideia), tudo bem. Mas faça isso de uma forma consciente, treine, saiba caçar, pescar, colher, plantar. Saiba como guardar seus dejetos, como saber se a água é pura, prepare-se. Pesquisar no Google ou comprar um livro de plantas não transforma ninguém em conhecedor de algo.
Quantos anos de preparação passa uma pessoa que quer fazer uma maratona? Ou alguém que pretende escalar o monte Everest? Essas coisas não são feitas do dia para noite. Não seja arrogante para achar que pode fazer tudo sozinho e de uma hora para outra. Enfim, nota-se como eu realmente me indigno com esse filme...
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