Acho incrível como, de uma forma geral, as pessoas acreditam que só podem falar de um assunto que realmente entendam, ou sobre coisas que estejam passando.
Isso inclui falar de amor.
Espera-se que pessoas que estejam amando falem coisas românticas e bonitas sobre o amor, bem como, pessoas que tenham seus corações partidos falem do lado mais triste deste sentimento tão complexo e confuso.
Eu discordo.
Não é preciso estar apaixonada pra se falar sobre os tropeços e emoções da paixão. Até porque podemos nos paixonar por qualquer coisa, evento imagem ou pessoa, sem necessariamente haver algum envolvimento romântico-amoroso.
Assim como o tão falado amor. É sim possível falar de amor em todas as suas facetas, pois não amamos só a namorad@s, ou cônjujes. Amamos a vida, amigos, família, enfim, amamos à muitas coisas. Ao menos eu espero que as pessoas sejam assim.
O amor, pode ser também algo imaginado, idealizado. Eu posso (e devo!) amar a mim mesma antes de amar qualquer outra coisa. E o simples fato de sentir esse amor, já me permite falar sobre esse assunto tão polêmico e (porque não) discutível.
Muitas vezes deixamos de falar coisas - e não estou falando mais só sobre amor - pelo medo de sermos mal-interpretados. Vendo um filme chamado Simplesmente Feliz, me dei conta (ou reforcei um pensamento já existente) de que por mais sinceras que sejam as pessoas, alguém ainda vai interpretar errado algo que você disser, ou fizer. Isso não tem que ser visto como uma desculpa para "fazer o que der na telha" sem pensar nas consequências. Não. Mas pode ser visto como uma certa forma de "libertação". Fale o que pensa, e tente ser bem claro. Se alguém não entender, explique de novo. Simples assim.
acho que eu comecei falando de uma coisa e terminei falando de outra.... Mas fazer o que? Meus pensamentos são assim, transitam entre mundos distintos com muita facilidade e nem sempre muita lógica....
Aqui é onde eu falo o que penso independente de qualquer lógica, ou seja, bem vindo ao meu mundo....
Mostrando postagens com marcador Assunto sério.. Ou quase. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Assunto sério.. Ou quase. Mostrar todas as postagens
terça-feira, março 15, 2011
sexta-feira, janeiro 21, 2011
gestos
Hoje descobri que um gesto bem menor do que eu esperava podia gerar felicidade e emoção.... bacana.
PS: alguém viu a ZH de hoje? Lá no Almanaque gaúcho? Minha vó viu... e ficou muito feliz! :D
PS: alguém viu a ZH de hoje? Lá no Almanaque gaúcho? Minha vó viu... e ficou muito feliz! :D
sábado, dezembro 11, 2010
"Eu sempre achei que o amor, que o Grande Amor, fosse incondicional. Que quando houvesse um grande encontro entre duas pessoas, tudo pudesse acontecer. Porque se aquele fosse o Grande Amor, ele sempre voltaria triunfal. Mas nem todo o amor é incondicional. Acreditar na eternidade do amor é precipitar o seu fim. porque você acha que esse amor aguenta tudo, então de um jeito ou de outro você acaba fazendo essse amor passar por tudo. O Grande Amor não é possível. E talvez por isso é que seja Grande, para que nele caiba o impossível."
http://afinaloquequeremasmulheres.globo.com/andrenewmann/
http://afinaloquequeremasmulheres.globo.com/andrenewmann/
sexta-feira, novembro 05, 2010
defeitos
Ok, não que eu tenha apenas um defeito, nem que eles todos não sejam chatos, mas em particular este defeito é muito chato.
Eu sempre me sinto culpada pelas coisas. Sim é uma coisa um tanto idota, especialmente quando eu me sinto meio culpada pela Tsunami na Indonésia. Sim, racionalmente eu sei que não posso ser culpada por um desastre natural, mas sempre tem uma parte do meu cérebro que diz que eu tive alguma culpa ali, seja porque eu contribuí para o aquecimento global que pode ter derretido parte uma geleira que aumentou o volume do oceano ou sei lá causou uma onda gigante, ou seja porque simplesmente me sinto culpada.
Quando alguma coisa acontece mais próximo a mim me sinto ainda mais culpada, como se de certa forma eu pudesse ter ajudado antes, ou mesmo feito algo que impedisse aquilo de acontecer.
Eu sei, isso é absolutamente irracional, mas como eu disse é um defeito. Eu tento realmente não pensar nisso, e não me culpar por tudo. Em certos casos tenho sucesso, e admito que já tenho melhorado um pouco isso, mas ainda tenho muito chão pela frente até me livrar disso por completo. Pensando um pouco soa um tanto quanto egocêntrico da minha parte achar que eu tenho culpa em tudo, fora que também é bastante "sofrenilda" da minha parte.... Mas como disse, vou mudar isso, e só vou assumir a culpa pelo que fiz, o que já é uma parcela bem grande se levarmos em conta o meu nível de estabanamento e descoordenação....terça-feira, novembro 02, 2010
Passeios de família
Se tem uma coisa que eu sempre agradeço é a família que eu tenho. Vejo muitas pessoas que tem problemas com seus pais, mãe, irmãos e irmãs. Eu posso dizer que os tenho. Muito pelo contrrário, com todos os seus defeitos, implicâncias e demais características, minha família tem muito mais coisas boas do que ruins.
Por isso sempre volto muito feliz de fins de semana passados junto com esssas pessoas tão queridas, como o caso do último feriadão que fomos para o sítio da minha madrinha.
Quantas risadas divertidas tivemos, fora a delícia de comer fruta do pe, mergulhar na piscina e tirar uma soneca na rede..... Só para incluir alguns programas que rolaram: Jogo de criquet, Poker, Imagem e Ação, o jogo "o que você tem na testa" ou ""quem é você", e não obstante achamos um antigo Master System e jogamos vários joguinhos como Alex kid e o de atirar nas galinhas (que teve direito até a arminha). Fora as orgias gastronômicas, com pizza assada em forno a lenha com massa caseira, churrasco, arroz de entreveiro, petit gateau entre outras tantas coisas boas.
Sério, sempre adoro passar um tempo divertido assim. Espero que se repitam muitas e muitas vezes.
Por isso sempre volto muito feliz de fins de semana passados junto com esssas pessoas tão queridas, como o caso do último feriadão que fomos para o sítio da minha madrinha.
Quantas risadas divertidas tivemos, fora a delícia de comer fruta do pe, mergulhar na piscina e tirar uma soneca na rede..... Só para incluir alguns programas que rolaram: Jogo de criquet, Poker, Imagem e Ação, o jogo "o que você tem na testa" ou ""quem é você", e não obstante achamos um antigo Master System e jogamos vários joguinhos como Alex kid e o de atirar nas galinhas (que teve direito até a arminha). Fora as orgias gastronômicas, com pizza assada em forno a lenha com massa caseira, churrasco, arroz de entreveiro, petit gateau entre outras tantas coisas boas.
Sério, sempre adoro passar um tempo divertido assim. Espero que se repitam muitas e muitas vezes.
domingo, outubro 31, 2010
Into the wild
Ontem conversando com amigos finalmente encontrei pessoas que concordaram comigo sobre o filme Into the wild. O filme em si não é ruim, a trilha sonora é fantástica, a fotografia muito bonita. Acho que o roteirista (como alguém comentou ontem) colocou a história de uma forma muito mais poética do que realmente é, mas de uma forma geral, é um filme bom. (trailer abaixo)
O problema para mim é a história em si. Quando vi este filme pela primeira vez, sentia uma crescente raiva em relação ao personagem principal. Tanto que ao final do filme, adorei o final e o desfecho deste personagem em particular. Porque? Simples, porque ele é extremamente egoísta. Nunca vi um exemplar tão forte de egoísmo.
Acho válida a ideia dele de se auto-descobrir. E apesar de achar um tanto ingênua e boba a ideia dele de se "desconectar" da sociedade, acredito que ainda seja uma forma de testar seus limites. Até então, a ideia como disse é até coerente. Porém a forma como ele o faz, os motivos dele, e especialmente como ele lida com tantas outras pessoas que passaram por seu caminho, mostra o quão imaturo e egoísta é o personagem. Ele deixou para trás sua irmã, que ele mesmo diz que sempre o apoiou, deixa também seus companheiros de viagem, e aquele senhor que nos parte o coração quando se despedem.
Claro que esta é a minha opinião, mas sinceramente acredito que o auto-conhecimento pode ser adquirido de várias formas. E se o seu desejo é realmente sumir do mundo, ficar isolado de qualquer contato humano para se descobrir (apesar de achar um tanto idiota a ideia), tudo bem. Mas faça isso de uma forma consciente, treine, saiba caçar, pescar, colher, plantar. Saiba como guardar seus dejetos, como saber se a água é pura, prepare-se. Pesquisar no Google ou comprar um livro de plantas não transforma ninguém em conhecedor de algo.
Quantos anos de preparação passa uma pessoa que quer fazer uma maratona? Ou alguém que pretende escalar o monte Everest? Essas coisas não são feitas do dia para noite. Não seja arrogante para achar que pode fazer tudo sozinho e de uma hora para outra. Enfim, nota-se como eu realmente me indigno com esse filme...
O problema para mim é a história em si. Quando vi este filme pela primeira vez, sentia uma crescente raiva em relação ao personagem principal. Tanto que ao final do filme, adorei o final e o desfecho deste personagem em particular. Porque? Simples, porque ele é extremamente egoísta. Nunca vi um exemplar tão forte de egoísmo.
Acho válida a ideia dele de se auto-descobrir. E apesar de achar um tanto ingênua e boba a ideia dele de se "desconectar" da sociedade, acredito que ainda seja uma forma de testar seus limites. Até então, a ideia como disse é até coerente. Porém a forma como ele o faz, os motivos dele, e especialmente como ele lida com tantas outras pessoas que passaram por seu caminho, mostra o quão imaturo e egoísta é o personagem. Ele deixou para trás sua irmã, que ele mesmo diz que sempre o apoiou, deixa também seus companheiros de viagem, e aquele senhor que nos parte o coração quando se despedem.
Claro que esta é a minha opinião, mas sinceramente acredito que o auto-conhecimento pode ser adquirido de várias formas. E se o seu desejo é realmente sumir do mundo, ficar isolado de qualquer contato humano para se descobrir (apesar de achar um tanto idiota a ideia), tudo bem. Mas faça isso de uma forma consciente, treine, saiba caçar, pescar, colher, plantar. Saiba como guardar seus dejetos, como saber se a água é pura, prepare-se. Pesquisar no Google ou comprar um livro de plantas não transforma ninguém em conhecedor de algo.
Quantos anos de preparação passa uma pessoa que quer fazer uma maratona? Ou alguém que pretende escalar o monte Everest? Essas coisas não são feitas do dia para noite. Não seja arrogante para achar que pode fazer tudo sozinho e de uma hora para outra. Enfim, nota-se como eu realmente me indigno com esse filme...
domingo, outubro 24, 2010
Tenho me sentido uma péssima amiga ultimamente.
E sabe, sempre me considerei uma boa amiga. Daquelas que escuta, dá conselhos furados e tudo. Só que ultimamente tenho andado meio sem tempo, e tenho deixado bons amigos na mão. O que é uma sacanagem, porque sempre que preciso deles eles estão lá pra mim. Mas, já sei, tenho é que me esforçar mais. Se eles podem estar presentes pra mim, eu tenho que estar presente pra eles não?
Então combinado. Esse fim de semana que vem tenho que encontrar todos os amigos que mais gosto, especialmente porque é feriadão, então não dá pra reclamar de tempo. Ou de falta dele.
E sabe, sempre me considerei uma boa amiga. Daquelas que escuta, dá conselhos furados e tudo. Só que ultimamente tenho andado meio sem tempo, e tenho deixado bons amigos na mão. O que é uma sacanagem, porque sempre que preciso deles eles estão lá pra mim. Mas, já sei, tenho é que me esforçar mais. Se eles podem estar presentes pra mim, eu tenho que estar presente pra eles não?
Então combinado. Esse fim de semana que vem tenho que encontrar todos os amigos que mais gosto, especialmente porque é feriadão, então não dá pra reclamar de tempo. Ou de falta dele.
sábado, agosto 21, 2010
sábado, agosto 07, 2010
terça-feira, agosto 03, 2010
terça-feira, julho 06, 2010
Conversa de vestiario?
Ouvi hoje uma conversa de vestiário que seguiu mais ou menos assim:
...
- Eu nunca traga o sabonete para o banho, lá em casa eu uso um daqueles grandes sabe?
- Sim sei si.
- É aquele da dove sabe?
- Aham o grande, lá em casa eu uso o da Lux, sabe aquele de morango?
- Ahh eu não gosto do de morango, uso um azul com branco. Depois que comecei a usar não parei mais! Deixa a pele tão macia!
- Eu gosto do de chocolate...
- Ahh eu também, mas prefiro este azul.
- O de cocholate deixa a pela que parece um tecido assim... Bem lisinha sabe?
- Sei. Mas eu só uso o azul, uma vez usei um outro e não gostei, a pele não ficou tão boa.
-Ahh te entendo.....
E a conversa seguiu neste ritmo... O interessante era que eram duas meninas de seus 9 anos conversando....
...
- Eu nunca traga o sabonete para o banho, lá em casa eu uso um daqueles grandes sabe?
- Sim sei si.
- É aquele da dove sabe?
- Aham o grande, lá em casa eu uso o da Lux, sabe aquele de morango?
- Ahh eu não gosto do de morango, uso um azul com branco. Depois que comecei a usar não parei mais! Deixa a pele tão macia!
- Eu gosto do de chocolate...
- Ahh eu também, mas prefiro este azul.
- O de cocholate deixa a pela que parece um tecido assim... Bem lisinha sabe?
- Sei. Mas eu só uso o azul, uma vez usei um outro e não gostei, a pele não ficou tão boa.
-Ahh te entendo.....
E a conversa seguiu neste ritmo... O interessante era que eram duas meninas de seus 9 anos conversando....
quarta-feira, maio 05, 2010
Consumismo infantil
Em uma aula esses dias distíamos sobre a criança e como os brinquedos e marcas influenciam na formação destas crianças. Que menina não tinha uma barbie e sonhava em ser iagual a ela, casar com o Bob e morar na mansão da Barbie? Que garoto não azucrinou a vida dos pais para ganhar um comandos em ação. Ou o que quer que estivesse na mídia na sua época. Então alguém comentou sobre este documentário chamado "Criança a Alma do Negócio" de Estela Renner e Marcos Nisti.
"Dirigido pela cineasta Estela Renner e produzido por Marcos Nisti, o documentário promove uma reflexão sobre como a sociedade de consumo e as mídias de massa impactam na formação de crianças e adolescentes. Criança, A Alma do Negócio, mostra a realidade em que vivemos: crianças que preferem ir ao shopping a brincar, conhecem marcas pelo logotipo, e apesar de terem uma vasta coleção de brinquedos e jogos se encantam mesmo é por um pequeno bonequinho de plástico."
Aqui segue o trailer do documentário, quem quiser está disponível no youtube em 5 partes. É longuinho, mas muiiiito bom.
"Dirigido pela cineasta Estela Renner e produzido por Marcos Nisti, o documentário promove uma reflexão sobre como a sociedade de consumo e as mídias de massa impactam na formação de crianças e adolescentes. Criança, A Alma do Negócio, mostra a realidade em que vivemos: crianças que preferem ir ao shopping a brincar, conhecem marcas pelo logotipo, e apesar de terem uma vasta coleção de brinquedos e jogos se encantam mesmo é por um pequeno bonequinho de plástico."
Aqui segue o trailer do documentário, quem quiser está disponível no youtube em 5 partes. É longuinho, mas muiiiito bom.
segunda-feira, março 29, 2010
Educação II
...
Mas como eu disse antes não só a vivência motora seria uma das matérias centrais da minha escola, mas também as Artes. E aqui quero usar o termo como o mais abrangente possível.
Nas aulas de Educação Artística ou Artes, haveria espaço para música, artes plásticas, artes interpretativas....
Minhas aulas de música incluíram desde música clássica até, porque não, pagode a funk. Haveriam aulas de canto, de aprendizagem de instrumentos (cada aluno escolheria pelo menos dois instrumentos para aprender por ano, ou por semestre). As crianças experimentariam os sons, com uso de diferentes objetos e a descoberta dos sons que esses diferentes objetos podem fazer. Seria bem divertido... Também aprenderaim sobre a teoria da música, cifras e partituras estariam no currículo.
As crianças também teriam aulas de desenho, de pintura, de design, de estilismo porque não?! Usariam diferentes tipos de materiais, sucata, papel, telas, tecido... desenhariam paisagens, desenhos abstratos, mangás, e porque não seus personagens preferidos?
Também teriam aulas de interpretação na minha escola. As crianças e jovens aprenderiam a viver diferentes papéis, femininos masculinos, cômicos e trágicos. Porque acredito que uma forma de desenvolvermos no empatia (a capacidade de nos colocarmos no lugar de outra pessoa) é também experimentando esses diferentes papéis.
Nessa escola também haveriam aulas de português, mas como eu disse antes o foco não seria o vestibular. Nem pensar. Aqui meus alunos aprenderiam gramatica, e ortografia, mas essa seria a matéria secundária. O foco seria ensiná-los a se expressarem. Eles aprenderiam a escrever contos, crônicas, matérias para jornais, poesias, livros, dedicatórias, cartas e também letras de músicas, já pensou que legal.
A aula de história passaria sim sobre os grandes conflitos e guerras do mundo. Mas nos focaríamos na história da música, da dança, das artes. Veríamos sempre os diversos lados da história, e aprenderíamos que a história é geralmente escrita por aqueles que vencem, e é sempre escrita por alguém com um ponto de vista.
Geografia serviria para aproximar as distâncias. Faríamos pequenas viagens para cada continente e aí sim aprenderíamos sobre o tipo de clima, o fuso, a topografia...
Em matemática e física os alunos aprenderiam sobre a matéria, sobre cálculos e aprenderiam também um pouco de biofísica e biomecânica. A matemática mostraria como tem coisas em comum com a música e com o nosso dia a dia.
Na minha escola haveriam aulas de ciências sociais, que ensinariam sobre os povos, mas cima de tudo sobre como a política funciona. Para os mais novinhos, ensinaria o valor do dinheiro, como guardar ou gastar a mesada. Para os mais velhos, quanto pagamos de impostos, para onde vai esse dinheiro e em que é gasto. Como orgainzar o orçamento familiar.
Filosofia seria para que os pequenos conhecessem os grandes filósofos e aprendessem a pensar nas coisas de uma forma diferente, não tão rígida.
Ahh a minha escola seria um sonho. Possívelmente seria particular, mas certamente haveriam bolsas para os alunos carentes.
Não tenho a pretenção de formar filósofos, músicos ou esportistas olímpicos. Muito pelo contrário. Tenho a prentenção de formar indivíduos mais abertos, mais livres, mais sonhadores. Capazes de enchergar os outros e capazes de traçar saídas criativas para os mesmos problemas.
Haveriam apresentações na minha escola. ´De música, dança, teatro. Haveria pelo menos uma feira de ciências por ano. Comemoraríamos as festas juninas e o dia das crianças todos os anos. Poderíamos até montar um pequeno circo quem sabe...
Esse é um sonho que tenho. Não sei se sonho sozinha ou não. Não sei se um dia conseguiria montar essa escola, ou mesmo se essa escola seria aceita pela tão temida sociedade. Não sei se essa escola assim é melhor ou pior que as escolas que já temos. Mas eu gostaria muito de ter estudado em uma escola assim.
Mas como eu disse antes não só a vivência motora seria uma das matérias centrais da minha escola, mas também as Artes. E aqui quero usar o termo como o mais abrangente possível.
Nas aulas de Educação Artística ou Artes, haveria espaço para música, artes plásticas, artes interpretativas....
Minhas aulas de música incluíram desde música clássica até, porque não, pagode a funk. Haveriam aulas de canto, de aprendizagem de instrumentos (cada aluno escolheria pelo menos dois instrumentos para aprender por ano, ou por semestre). As crianças experimentariam os sons, com uso de diferentes objetos e a descoberta dos sons que esses diferentes objetos podem fazer. Seria bem divertido... Também aprenderaim sobre a teoria da música, cifras e partituras estariam no currículo.
As crianças também teriam aulas de desenho, de pintura, de design, de estilismo porque não?! Usariam diferentes tipos de materiais, sucata, papel, telas, tecido... desenhariam paisagens, desenhos abstratos, mangás, e porque não seus personagens preferidos?
Também teriam aulas de interpretação na minha escola. As crianças e jovens aprenderiam a viver diferentes papéis, femininos masculinos, cômicos e trágicos. Porque acredito que uma forma de desenvolvermos no empatia (a capacidade de nos colocarmos no lugar de outra pessoa) é também experimentando esses diferentes papéis.
Nessa escola também haveriam aulas de português, mas como eu disse antes o foco não seria o vestibular. Nem pensar. Aqui meus alunos aprenderiam gramatica, e ortografia, mas essa seria a matéria secundária. O foco seria ensiná-los a se expressarem. Eles aprenderiam a escrever contos, crônicas, matérias para jornais, poesias, livros, dedicatórias, cartas e também letras de músicas, já pensou que legal.
A aula de história passaria sim sobre os grandes conflitos e guerras do mundo. Mas nos focaríamos na história da música, da dança, das artes. Veríamos sempre os diversos lados da história, e aprenderíamos que a história é geralmente escrita por aqueles que vencem, e é sempre escrita por alguém com um ponto de vista.
Geografia serviria para aproximar as distâncias. Faríamos pequenas viagens para cada continente e aí sim aprenderíamos sobre o tipo de clima, o fuso, a topografia...
Em matemática e física os alunos aprenderiam sobre a matéria, sobre cálculos e aprenderiam também um pouco de biofísica e biomecânica. A matemática mostraria como tem coisas em comum com a música e com o nosso dia a dia.
Na minha escola haveriam aulas de ciências sociais, que ensinariam sobre os povos, mas cima de tudo sobre como a política funciona. Para os mais novinhos, ensinaria o valor do dinheiro, como guardar ou gastar a mesada. Para os mais velhos, quanto pagamos de impostos, para onde vai esse dinheiro e em que é gasto. Como orgainzar o orçamento familiar.
Filosofia seria para que os pequenos conhecessem os grandes filósofos e aprendessem a pensar nas coisas de uma forma diferente, não tão rígida.
Ahh a minha escola seria um sonho. Possívelmente seria particular, mas certamente haveriam bolsas para os alunos carentes.
Não tenho a pretenção de formar filósofos, músicos ou esportistas olímpicos. Muito pelo contrário. Tenho a prentenção de formar indivíduos mais abertos, mais livres, mais sonhadores. Capazes de enchergar os outros e capazes de traçar saídas criativas para os mesmos problemas.
Haveriam apresentações na minha escola. ´De música, dança, teatro. Haveria pelo menos uma feira de ciências por ano. Comemoraríamos as festas juninas e o dia das crianças todos os anos. Poderíamos até montar um pequeno circo quem sabe...
Esse é um sonho que tenho. Não sei se sonho sozinha ou não. Não sei se um dia conseguiria montar essa escola, ou mesmo se essa escola seria aceita pela tão temida sociedade. Não sei se essa escola assim é melhor ou pior que as escolas que já temos. Mas eu gostaria muito de ter estudado em uma escola assim.
Educação I
Tenho pensado muito sobre a educação e nossos sitemas educacionais.
Na verdade eu sonho com uma escola diferente. Se um dia eu tivesse muuuuito dinheiro, sei lá, se eu ficasse famosa ou ganhasse na loteria, eu montaria uma escola completamente diferente. Talvez eu não tivesse alunos, talvez faltassem vagas, não sei. Mas minha escola seria diferente.
Ao contrário da maioria das escolas que centram seus planos educacionais e curriculos em matérias como matemática, história e geografia, e focam seus objetivos de estudo no vestibular, a minha escola seria diferente.
O foco dela seriam as artes e o movimento humano. provavelmente eu precisaria de um turno e meio para poder oferecer tudo que eu gostaria, mas a tendência das escolas hoje em dia já está sendo ensino em turno integral...
ao invés de dois períodos seguidos de matemática, os alunos teriam dois períodos de música clássica. Ou dança contemporânia.
A Educação Física seria uma matério como deve ser. Teria uma parte teórica, onde seria ensinado aos alunos (conforme idade e capacidade cognitiva) como seus organismos funcionam, porque é tão importante fazer exercícios regulares, que tipo de alimentação é bom ou ruim, bioquímica e mesmo fisiologia. Também ensinaria a teoria por trás dos esportes, com discuções sobre por exemplo a "máfia" que existe no futebol, e ética no esporte (que nos falta muito hoje em dia), discutindo o porque de "malas brancas" do futebol (e também de outros esportes).
Discutiriamos ainda na educação física diferenças entrer as pessoas e seus corpos. Porque alguém é masis alto, ou mais baixo, mais gordinho ou magrinho. E como isso no final das contas não importa.
Nas aulas mais práticas, ensinaria não só futebol, basquete, volei e handebol. Ensinaria atletismo (com todas as suas modalidades), ensinaria porque não, arco e flecha, quem sabe hipismo, hugbi, tênis, ginástica olímpica ou mesmo badminton. Até quem sabe haveriam aulas de ginástica localizada, yoga.... Mas ao mesmo tempo que se aprenderia o desporto, também se aprenderiam as suas origens, seu funcionamento.
Haveriam campeonatos na minha escola. Mas para as séries iniciais os campeonatos seriam de iniciação desportiva. Nesse pequenos campeonatos (ou campeonatos de pequenos) não haveriam perdedores e vencedores. Todos jogariam em todas as posições e em todos os times. Socialização e diversão seriam as palavras chaves. E o pai que ficasse enchendo muito o saco na torcida receberia cartão vermelho.
Ainda dentro da aula de Educação Física haveriam aulas de dança. Todos os tipos de dança, balé clássico, dança contemporânea, jazz, até hip hop porque não? E meninos e meninas teriam de participar, sem preconceitos. Nas danças também haveriam aulas teóricas, sobre origens e estruturas das danças.
Mas nem só de desportos, fisiologia e dança seriam as minhas aulas. Os alunos teriam muito, mas muito de recreação também. Jogos cooperativos, competitivos. Jogos tradicionais, aprender a fabricar um jogo, seja ele já existente (que tal montarmos um tabuleiro de xadrez gigante? ou costurarmos umas 5 marias?) ou inventado na hora. Jogos de roda, pular corda, elástico, bambolê, pega-pega, caçador... Bah.. tantas coisas que eu colocaria como conteúdos obrigatórios....
Isso porque a meu ver, se eu não aprender uma brincadeira/jogo/atividade recreativa que eu possa brincar no recreio, ou no parquinho, ou em casa mesmo, eu nunca vou brincar com elas. E quem sabe vou preferir ficar em casa jogando video-game a ir passear com meus amiguinhos.
Mais do que isso, as vivências corporais são muitíssimo importantes. se uma criança não aprende na infância as habilidades motoras fundamentais (termo técnico para habilidades como saltar, pular, arremeçar, correr, chutar, etc), é muito, mas muito mais difícil aprender depois de grande...
Na verdade eu sonho com uma escola diferente. Se um dia eu tivesse muuuuito dinheiro, sei lá, se eu ficasse famosa ou ganhasse na loteria, eu montaria uma escola completamente diferente. Talvez eu não tivesse alunos, talvez faltassem vagas, não sei. Mas minha escola seria diferente.
Ao contrário da maioria das escolas que centram seus planos educacionais e curriculos em matérias como matemática, história e geografia, e focam seus objetivos de estudo no vestibular, a minha escola seria diferente.
O foco dela seriam as artes e o movimento humano. provavelmente eu precisaria de um turno e meio para poder oferecer tudo que eu gostaria, mas a tendência das escolas hoje em dia já está sendo ensino em turno integral...
ao invés de dois períodos seguidos de matemática, os alunos teriam dois períodos de música clássica. Ou dança contemporânia.
A Educação Física seria uma matério como deve ser. Teria uma parte teórica, onde seria ensinado aos alunos (conforme idade e capacidade cognitiva) como seus organismos funcionam, porque é tão importante fazer exercícios regulares, que tipo de alimentação é bom ou ruim, bioquímica e mesmo fisiologia. Também ensinaria a teoria por trás dos esportes, com discuções sobre por exemplo a "máfia" que existe no futebol, e ética no esporte (que nos falta muito hoje em dia), discutindo o porque de "malas brancas" do futebol (e também de outros esportes).
Discutiriamos ainda na educação física diferenças entrer as pessoas e seus corpos. Porque alguém é masis alto, ou mais baixo, mais gordinho ou magrinho. E como isso no final das contas não importa.
Nas aulas mais práticas, ensinaria não só futebol, basquete, volei e handebol. Ensinaria atletismo (com todas as suas modalidades), ensinaria porque não, arco e flecha, quem sabe hipismo, hugbi, tênis, ginástica olímpica ou mesmo badminton. Até quem sabe haveriam aulas de ginástica localizada, yoga.... Mas ao mesmo tempo que se aprenderia o desporto, também se aprenderiam as suas origens, seu funcionamento.
Haveriam campeonatos na minha escola. Mas para as séries iniciais os campeonatos seriam de iniciação desportiva. Nesse pequenos campeonatos (ou campeonatos de pequenos) não haveriam perdedores e vencedores. Todos jogariam em todas as posições e em todos os times. Socialização e diversão seriam as palavras chaves. E o pai que ficasse enchendo muito o saco na torcida receberia cartão vermelho.
Ainda dentro da aula de Educação Física haveriam aulas de dança. Todos os tipos de dança, balé clássico, dança contemporânea, jazz, até hip hop porque não? E meninos e meninas teriam de participar, sem preconceitos. Nas danças também haveriam aulas teóricas, sobre origens e estruturas das danças.
Mas nem só de desportos, fisiologia e dança seriam as minhas aulas. Os alunos teriam muito, mas muito de recreação também. Jogos cooperativos, competitivos. Jogos tradicionais, aprender a fabricar um jogo, seja ele já existente (que tal montarmos um tabuleiro de xadrez gigante? ou costurarmos umas 5 marias?) ou inventado na hora. Jogos de roda, pular corda, elástico, bambolê, pega-pega, caçador... Bah.. tantas coisas que eu colocaria como conteúdos obrigatórios....
Isso porque a meu ver, se eu não aprender uma brincadeira/jogo/atividade recreativa que eu possa brincar no recreio, ou no parquinho, ou em casa mesmo, eu nunca vou brincar com elas. E quem sabe vou preferir ficar em casa jogando video-game a ir passear com meus amiguinhos.
Mais do que isso, as vivências corporais são muitíssimo importantes. se uma criança não aprende na infância as habilidades motoras fundamentais (termo técnico para habilidades como saltar, pular, arremeçar, correr, chutar, etc), é muito, mas muito mais difícil aprender depois de grande...
sexta-feira, outubro 10, 2008
Meu novo herói
Porque esse caraé simlesmente o maior gênio da atualidadena minha opinião....
"Se eu precisasse escolher UM grande inovador no mundo atual, acho que não demoraria muito para apontar o dedo à Dean Kamen, o cara é um gênio, [ponto]. Ele fez fortuna com inventos como uma máquina de diálise portátil e a bomba de insulina, que dá aos diabéticos uma qualidade muito melhor de vida. Depois destes inventos ele criou uma cadeira de rodas para todo terreno, chamada iBot, que com o uso de giroscópios conseguia colocar seu usuário “em pé”. Do uso dos giroscópios desta cadeira veio sua invenção mais conhecida, o Segway, a máquina de rodas paralelas que usa o mesmo princípio do andar – quedra controlada – para mover-se para frente e para trás.
Só isso já seriam três quatro grandes inventos na vida de Kamen, mas o que mais impressiona - positivamente – é como ele não se aquieta. Atualmente, inspirado por soldados americanos que perderam membros no Iraque, ele tem trabalhado no desenvolvimento de uma prótese de braço robótica, que já foi apelidada de “braço do Luke”, em referência à mão robótica de Luke Skywalker. Os vídeo que seguem são as primeiras demonstração públicas da prótese em funcionamento, impressionante!"

Bom acho que isso diz tudo....
"Se eu precisasse escolher UM grande inovador no mundo atual, acho que não demoraria muito para apontar o dedo à Dean Kamen, o cara é um gênio, [ponto]. Ele fez fortuna com inventos como uma máquina de diálise portátil e a bomba de insulina, que dá aos diabéticos uma qualidade muito melhor de vida. Depois destes inventos ele criou uma cadeira de rodas para todo terreno, chamada iBot, que com o uso de giroscópios conseguia colocar seu usuário “em pé”. Do uso dos giroscópios desta cadeira veio sua invenção mais conhecida, o Segway, a máquina de rodas paralelas que usa o mesmo princípio do andar – quedra controlada – para mover-se para frente e para trás.
Só isso já seriam três quatro grandes inventos na vida de Kamen, mas o que mais impressiona - positivamente – é como ele não se aquieta. Atualmente, inspirado por soldados americanos que perderam membros no Iraque, ele tem trabalhado no desenvolvimento de uma prótese de braço robótica, que já foi apelidada de “braço do Luke”, em referência à mão robótica de Luke Skywalker. Os vídeo que seguem são as primeiras demonstração públicas da prótese em funcionamento, impressionante!"
Bom acho que isso diz tudo....
segunda-feira, setembro 15, 2008
terça-feira, novembro 27, 2007
Críticas
Só eu sinto um nó na garganta com uma crítica tão foda com crianças???
Serj Tankian - Empty Walls lyrics
Your empty walls...
Your empty walls...
Pretentious attention
Dismissive aprehension
Don't waste your time, on coffins today
When we decline, from the confines of our mind
Don't waste your time, on coffins today
Don't you see their bodies burning?
Desolate and full of yearning
Dying of anticipation
Choking from intoxication
Don't you see their bodies burning?
Desolate and full of yearning
Dying of anticipation
Choking from intoxication
I want you
To be
Left behind those empty walls
Don't
You see
From behind those empty walls
Those empty walls
When we decline, from the confines of our mind
Don't waste your time, on coffins today
Don't you see their bodies burning?
Desolate and full of yearning
Dying of anticipation
Choking from intoxication
Don't you see their bodies burning?
Desolate and full of yearning
Dying of anticipation
Choking from intoxication
I want you
To be
Left behind those empty walls
Don't
You see
From behind those empty walls
Want you to be
Left behind those empty walls
Don't
You see
From behind those empty walls
From behind those empty walls
From behind those empty walls
The walls
From behind those empty walls
I loved you, yes
Though they be
For you killed my family
Don't you see their bodies burning?
Desolate and full of yearning
Dying of anticipation
Choking from intoxication
Don't you see their bodies burning?
Desolate and full of yearning
Dying of anticipation
Choking from intoxication
I want you
To be
Left behind those empty walls
Told you
To see
From behind those empty walls
Want you to be, left behind those empty walls
Told you
To see
From behind those empty walls
From behind those empty walls
From behind those fucked up walls
From behind those God damn walls
Those walls...
Those walls...
quinta-feira, novembro 01, 2007
If Everyone Cared
Ok, vi hoje e já adorei então... lá vai
If Everyone Cared
Nickelback
From underneath the trees, we watch the sky
Confusing stars for satellites
I never dreamed that you'd be mine
But here we are, we're here tonight
Singing, amen, I ... I'm alive
Singing, amen, I ... I'm alive
[Chorus:]
If everyone cared and nobody cried
If everyone loved and nobody lied
If everyone shared and swallowed their pride
We'll see the day when nobody died
Im singin'amen
Amen, I ... Amen, I ... I'm alive
Amen, I ... Amen, I ... Amen, I ... I'm alive
And in the air the fire flies
Our only light in paradise
We'll show the world they were wrong
And teach them all to sing along
Singing amen, I ... I'm alive
Singing amen, I ... I'm alive
[Chorus x2]
And as we lie beneath the stars
We realize how small we are
If they could love like you and me
Imagine what the world could be
[Chorus x2]
We'll see the day, we'll see the day
When nobody die
We'll see the day, we'll see the day
When nobody die
We'll see the day when nobody die
Eu adorei a música porque é absolutamente o que eu acredito. Acho que se déssemos um pouco do amor que temos o mundo seria outro.
Gatinho, eu acho que eles estão falando de nós. Te amo
PS: Ninguém notou a óbvia referência que eu fiz no meu último post a eterna briga entre o curinga e o batman?? Nossa vocês ainda se julgam fãs!?
If Everyone Cared
Nickelback
From underneath the trees, we watch the sky
Confusing stars for satellites
I never dreamed that you'd be mine
But here we are, we're here tonight
Singing, amen, I ... I'm alive
Singing, amen, I ... I'm alive
[Chorus:]
If everyone cared and nobody cried
If everyone loved and nobody lied
If everyone shared and swallowed their pride
We'll see the day when nobody died
Im singin'amen
Amen, I ... Amen, I ... I'm alive
Amen, I ... Amen, I ... Amen, I ... I'm alive
And in the air the fire flies
Our only light in paradise
We'll show the world they were wrong
And teach them all to sing along
Singing amen, I ... I'm alive
Singing amen, I ... I'm alive
[Chorus x2]
And as we lie beneath the stars
We realize how small we are
If they could love like you and me
Imagine what the world could be
[Chorus x2]
We'll see the day, we'll see the day
When nobody die
We'll see the day, we'll see the day
When nobody die
We'll see the day when nobody die
Eu adorei a música porque é absolutamente o que eu acredito. Acho que se déssemos um pouco do amor que temos o mundo seria outro.
Gatinho, eu acho que eles estão falando de nós. Te amo
PS: Ninguém notou a óbvia referência que eu fiz no meu último post a eterna briga entre o curinga e o batman?? Nossa vocês ainda se julgam fãs!?
sexta-feira, julho 20, 2007
Feliz dia do amigo
OK.. Não vou falar muito mas vou falar coisas importantes.
Eu sou uma pessoa feliz.
E uma pessoa de muita sorte.
Porque?
Porque eu sou especial.
Não que eu seja, mas meus amigos gostam de me tratar assim....
Mas na verdade, eu sou feliz porque tenho amigos.
Ok, eu sei, completamente clichê e bobinho. Mas é a mais pura verdade.
Cada vez mais eu vejo isso. Não importa o que esteja acontecendo ou onde eu esteja. Meus amigos estão lá também.
Adoro principalmente a força discomunal que todos eles fazem pra me "botar pra cima".
O que é muito difícil se levarmos em conta a minha estatura....
Gosto particularmente das implicancias para me animar.. Incrível como elas nunca funcuionam mas mesmo assim sempre estão lá. Presentes.
Na verdade eu sei que estou falando um monte de baboseiras, e que isso é provavelmente afeito de mais algum remedinho louco com efeitos colaterais absurdos que eu to tomando e tals...
Se bem que hum...
Não tô tomando nada...
Ok essa sou eu sóbria....
medo
Enfim amiguinhos felizes... Feliz dia do amigo e obrigado por me aturarem.
Beijos
Eu sou uma pessoa feliz.
E uma pessoa de muita sorte.
Porque?
Porque eu sou especial.
Não que eu seja, mas meus amigos gostam de me tratar assim....
Mas na verdade, eu sou feliz porque tenho amigos.
Ok, eu sei, completamente clichê e bobinho. Mas é a mais pura verdade.
Cada vez mais eu vejo isso. Não importa o que esteja acontecendo ou onde eu esteja. Meus amigos estão lá também.
Adoro principalmente a força discomunal que todos eles fazem pra me "botar pra cima".
O que é muito difícil se levarmos em conta a minha estatura....
Gosto particularmente das implicancias para me animar.. Incrível como elas nunca funcuionam mas mesmo assim sempre estão lá. Presentes.
Na verdade eu sei que estou falando um monte de baboseiras, e que isso é provavelmente afeito de mais algum remedinho louco com efeitos colaterais absurdos que eu to tomando e tals...
Se bem que hum...
Não tô tomando nada...
Ok essa sou eu sóbria....
medo
Enfim amiguinhos felizes... Feliz dia do amigo e obrigado por me aturarem.
Beijos
Assinar:
Postagens (Atom)
